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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

DINAMARCA E A FELICIDADE

Quando me preparava para a viagem li que, segundo um ranking de felicidade da Organização das Nações unidas (ONU), os dinamarqueses são a população mais feliz do mundo. Veja a matéria. Além da analise dos índices sociais foi feita a pergunta ao povo a respeito da sua felicidade e otimismo, a maioria se declarou feliz e otimista com o futuro.



Caminhando por Copenhague não foi difícil encontrar motivos para a alegria dinamarquesa. 


Eles têm elevados índices de renda, mas não é só o dinheiro que traz felicidade, o capitalismo aqui tem como prioridade o bem comum. Altos impostos são cobrados mas há um grande investimento em saúde, educação, segurança, mobilidade urbana.


Os nossos amigos que moram por lá nos falaram também da Jantelove (as leis de Jante). Jante é uma cidade fictícia criada pelo escritor Ajsel Sandemore. Dessas leis a mais importante estabelecia que, a despeito das diferenças de patrimônio, escolaridade etc. ninguém é melhor do quem ninguém. Os dinamarqueses são educados a confiar uns nos outros. essa concepção gera respeito entre as pessoas, melhora as relações sociais. Com certeza isso contribui para a sensação de bem estar.



Mas que ninguém fique animado, o país tem uma das políticas de imigração mais restritivas do mundo. Viver no país mais feliz do mundo é para poucos.
 

 Um dinamarquês famoso é o Hans Cristian Andersen, escritor de histórias infantis muito conhecidas como o Patinho Feio, O soldadinho de chumbo, A princesa e a ervilha, A pequena Sereia. Há no centro de Copenhague uma estátua em sua homenagem, onde tiramos a foto acima. Dizem que ele só tirava fotos de perfil e assim foi imortalizado.


Uma das suas personagem, a pequena Sereia, também é visita obrigatória na Cidadela de Kastellet.


Outro dinamarquês que você pode não ter ouvido falar mas já deve ter se divertido com as suas criações é o Ole Kirk Christiansen, o criado do sistema Lego. Fomos a uma das lojas no centro, vejam que interessante os casarões típicos da cidade, construídos em Lego. Há também um parque a Legoland, que fica em Billund. Certamente um passeio legal para quem vem com crianças.


Esses casarões coloridos estão no bairro de Nyhavn, o antigo porto repleto de bares e restaurantes cheios.  Dali sai o passeio de barco pelos canais, disparado o grande programa que fizemos no final da tarde de verão do sábado.

Passamos por pontes

,construções modernas, como a Casa da Ópera




monumentos. Foi um final de tarde inicio de noite muito agradável.






O barco da rainha da Dinamarca



No dia seguinte, começamos visitando um parque, sugestão de Ticiana, para conhecer as Cisternas. 


 Que lugar é esse ? Embaixo desta pirâmide, antigos reservatórios de água da cidade foram transformados com luz em arte.



Continuamos o passeio conhecendo Cristiania, uma comunidade livre na cidade, resquício do sonho hippie. Antes eram vendidas por aqui várias drogas ilícitas, depois voltaram a ser proibidas, agora somente está liberada a marijuana.



Faltou conhecer muitas coisas interessante pela cidade: como o Museu Nacional,  a torre de Rundetarn, o Tivoli parque, o Palácio de Amalienborg. Fomos aos arredores. Quer onde ? Aguarde a próxima postagem.



3 comentários:

Anabel Mascarenhas 15 de setembro de 2015 17:55  

Ai, desejei!!!
Só uma ressalva: a Legoland não é só pra crianças... eu iria me divertir muuuuito por lá! !! 😉

Anabel Mascarenhas 15 de setembro de 2015 17:55  

Ai, desejei!!!
Só uma ressalva: a Legoland não é só pra crianças... eu iria me divertir muuuuito por lá! !! 😉

Ramon Prates 21 de setembro de 2015 23:25  

Faltou o H de Cristiania (Christiania).
Agora tem tb "Frozen" que é baseado num livro de Andersen.

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