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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

CAMINHANDO PELA HISTÓRIA - ACROPOLE

Caminhar pelo centro histórico de Atenas é como passear por parte da história da humanidade. Afinal foi aqui que nasceram as primeiras reflexões filosóficas, floresceram a arte, a arquitetura, a ciência deste nosso lado ocidental. Para conhecer um pouco destes 4000 anos de história é importante estar acompanhada de um bom guia, caminhar muito e ter uma dose de imaginação para enxergar além das ruínas. 

O passeio mais significativo para mergulhar na história é a Acrópole, guardiã da cidade. A maior parte das construções aqui são do século 5 aC, depois das guerra com os persas, o chamado período clássico, que estudamos na história. Apesar de grande parte das construções estarem em ruína, tempos que lembrar que ocorreram inúmeras guerras, saques, mudanças que se seguiram durante todos os séculos. 


Esteja preparado, é uma colina, o terreno é irregular, quase sem vegetação, certamente o local vai estar cheio de turistas, e, se for verão, o calor vai ser intenso. Não esqueça sapatos confortáveis, protetor solar, um chapéu e bastante água. 

A entrada cerimonial é o Propileu, as escadas não existem mais, apenas o imponente portal.


A construção mais imponente é o Paternon, o maior dos templos gregos, construído em honra a Atenas Palla, a deusa da sabedoria.  




É possível ter uma visão geral da cidade, de um mirantes.


Outro templo, não tão grande porém muito interessante, é o Erechtion, dedicado a Atenas Niké (Atenas sem asas) deusa da vitória e a Poseidon, os deuses que disputaram o patronato da cidade. 




O destaque são as colunas de sustentação em forma femininas _ as cariátides.




Para quem gosta das lendas gregas, conheça o relato da disputa dos deuses pela patroado da cidade. Segundo a mitologia Poseidon e Atena disputavam e o primeiro, presentou a cidade com o mar e um cavalo. Atena domou o cavalo  doado pelo tio, transformando-o num animal útil e ofertou uma oliveira: alimento, óleo e madeira. Aquele jeito feminino de dar utilidade as tudo. Ganhou a disputa, a cidade ficou com o seu nome e a árvore passou a ser o simbolo da cidade. Elas estão em todas as partes e o óleo de oliva é um dos principais produtos de exportação do país.





O destaque é o teatro de Herodes Ático, construído no século 5 aC foi o primeiro do mundo, palco das comédias e tragedias escritas por Esquilo e Sófocles. 












Outro local de relevância histórica é o Areópago, citado no Livro de Atos dos Apóstolos, como o monte onde Paulo de Tarso falou pela primeira vez aos atenienses sobre o evangelho de Cristo.



Para finalizar a lição de história fomos ao Novo Museu do Acrópole, o acervo é constituído dos achados arqueológicos encontrados no local, começou a ser reunido com as escavações do século XIX que foram recentemente instalados na nova construção inaugurada em 2009. 


O museu fica nas proximidades do Acrópole e durante sua construção foram descobertos novos sítios arqueológicos, o arquiteto responsável pelo projeto decidiu suspender os pilares da estrutura e incorporar as escavações ao prédio.


Muitas das histórias da mitologia grega eram contadas nas através de entalhes afixados nos templos,  muitos deles foram levados pelos museus britânicos e americanos e houve muita disputa judicial para que retornassem ao país, e estão aqui preservados.



Lá estão, por exemplo, as Cariátides originais e outras peças relevantes. É possível ver documentário sobre a exploração do sítio arqueológico, tomar um café ou comprar lembrancinhas na loja do museu. 


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A CASA DO RIO VERMELHO


Nossa casa reflete sempre um pouco do que somos, no jeito que a arrumamos, nos objetos que dispomos por lá, nas cores que escolhemos para as paredes. Assim conhecer a casa de alguém é, de certa forma, saber mais sobre a pessoa.  Só agora, muitos anos depois, quando os moradores já partiram dessa vida e a casa se transformou num museu, consegui conhecer a casa.



Quando passava por aquela casa no bairro do Rio Vermelho, observava os detalhes da porta de entrada e tinha curiosidade de saber como ela por dentro. Os donos me pareciam originais, interessantes, cheios de história pra contar. Estou falando da célebre casa dos escritores Jorge Amado e Zélia Gattai.





A beleza da casa esta na amplitude, na simplicidade, na originalidade. É também acolhedora, cercada de jardins, ventilada, cheia de obras de arte (de artistas consagrados ou populares).



 Cada espaço tem um tema relacionado ao casal ou aos personagens de Jorge Amado. Os jardins, por exemplo, falam da religiosidade afro brasileira que admiraram e esta sempre presente nos personagens baianos.



O quarto do casal explora o lado erótico dos personagens, as sensuais Gabriela, Dona Flor e seus amados estão presentes. Não são permitidas fotografias em todos os espaços, bom porque aguarei a sua curiosidade para fazer a visita. Se você mora em Salvador atenção as quartas feiras são gratuitas. Veja mais aqui.






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domingo, 22 de abril de 2018

MUSEU DO AMANHÃ


Além de uma magnifica obra de arquitetura esse é um museu de ciências diferente. Imagens, dados de pesquisas, perguntas provocativas, propõem reflexões para que o visitante pense os diferentes caminhos que se abrem para o futuro.


O percurso da exposição principal é estruturado em cinco grandes momentos: Cosmo, Terra, Antropocentro, Amanhã e Nós. Trazendo resposta para questões que sempre inquietaram a humanidade: Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos ? Para onde queremos ir?


A beleza das imagens do nosso planeta azul e as fotografias que lembram a diversidade, criatividade dos homens nos fazem de alguma forma felizes de viver num mundo tão maravilhoso e de fazer parte desta diversidade humana.



 No entanto, os passos seguintes, trazem imagens e dados do que o excesso de consumo estão conduzindo a destruição do planeta e ameaçando a sobrevivência da humanidade. 

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  A resposta a grande questão final: Para onde Vamos? o painel nos diz "O futuro não está pronto e acabado. A cada dia, a cada escolha, o rio do Tempo se abre em um delta de Amanhas possíveis. O curso que a realidade irá seguir depende cada vez mais de nós, como atores do Antropocentro, na construção do porvir."


Os conteúdos apresentados no museu foram elaborados por mais de trinta consultores brasileiros e estrangeiros de diversas áreas.

 O projeto arquitetônico é do espanhol Santiago Calatrava, que descreve "a ideia é que o edifício fosse o mais etéreo possível, quase flutuando sobre o mar, como um barco, um passaro ou uma planta.







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BAIA DE GUANABARA

O pintor Paul Gauguin amou a luz da Baía de Guanabara
O compositor Cole Porter adorou as luzes na noite dela
A Baía de Guanabara
O antropólogo Claude Lévi-Strauss detestou a Baía de Guanabara
Pareceu-lhe uma boca banguela
E eu, menos a conhecera, mais a amara?
Sou cego de tanto vê-la, de tanto tê-la estrela
O que é uma coisa bela?


Estrangeiro - Caetano Veloso



 Uma das coisas mais interessantes que fiz nessa estada no Rio de Janeiro foi o passeio marítimo na Baía de Guanabara, realizado através da Marinha do Brasil. Informações aqui 



Com cerca de duas horas de navegação num roteiro que percorre os pontos mais interessantes da Baía, nos acompanha uma guia que explica um pouco da história das construções ao redor e os acidentes geográficos.





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RIO EM IMAGENS E MÚSICAS


No Pão de Açúcar
de cada dia
dai-nos Senhor
a poesia 
de cada dia

Oswald de Andrade 


Sou apaixonada pelo Rio de Janeiro, sua beleza sempre me encantou desde que estive aqui a primeira vez, na adolescência. Sempre que posso, volto por aqui para contemplar a paisagem. Muitos poetas e letristas, também apaixonados pela cidade, escreveram poemas e músicas sua homenagem. E foram me ocorrendo, a medida em que caminhava pela ruas do Rio e fotografava.



No Corcovado, quem abre os braços sou eu
Copacabana essa semana, o mar sou eu
                                      Paralela - Bechior



O mundo em Copacabana
Tudo em Copacabana
O mundo explode longe, muito longe
O sol responde
O tempo esconde
O vento espalha
E as migalhas caem todas sobre
Copacabana
                Superbacana - Caetano Veloso



Estranho o teu Cristo, Rio
Que olha tão longe, além
Com os braços sempre abertos
Mas sem proteger ninguém
Eu vou forrar as paredes
Do meu quarto de miséria
Com manchetes de jornal
Pra ver que não é nada sério
Eu vou dar o meu desprezo
Pra você que me ensinou
Que a tristeza é uma maneira
Da gente se salvar depois

                     Um trem para as estrelas - Gilberto Gil








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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

ABC DO NOVO ANO


Faz tempo que não faço metas para o ano novo, com o tempo fui descobrindo que quase nunca as cumpria (rs,rs,rs). Encontrei entre os guardados uma lista de propósitos em ordem alfabética e decidi conclui-la e publica-la.

Andar, descobrir inusitados caminhos
Banhos... de mar, de cachoeira, do chuveiro...
Comer menos e saborear mais
Dançar, soltar o corpo no ritmo
Entender os limites e aceitar 
Fotografar, pra depois rebobinar a memoria
Gracias, grazie, thank,danker, merci agradecer sempre
Harmonia, buscar estar zen
Inventar um sonho novo para tempos difíceis
Jogar fora os excessos, buscar ser leve
Ler mais, faz a gente viajar no tempo
Maravilhar-se com as pequenas belezas do cotidiano
Nadar, sentir a doçura ou o sal das águas
Ouvir música gostosa
Participar da vida, sem querer ser protagonista
Querer aprender, sempre....
Rir, sempre que possível
Serenidade, mente calma e sempre aberta
Tempo para desfrutar pequenos prazeres
Um novo destino a descobrir sempre...
Vinho... torna a vida melhor
Xilique, só dar quando for inevitável
Zoom... às vezes é preciso estar mais perto





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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

MARAVILHE-SE



No verão de 1930, Albert Einstein escreveu uma espécie de manifesto pela alegria, sobre a capacidade de estar continuamente se maravilhando, de manter-se por aí, embevecido com a vida. Olha o que ele dizia:

" A emoção mais vela que podemos experimentar é o sentimento de mistério. É a emoção fundamental que está no berço de toda a verdadeira arte e ciência. Aquele que desconhece essa emoção, aquele que não consegue mais se maravilhar, ficar arrebatado pela admiração, é como se estivesse morto; é uma vela que foi apagada. Sentir que por trás de qualquer coisa que possa ser experimentada há algo que nossa mente não consegue captar, algo cuja beleza e solenidade nos atinge apenas indiretamente: essa é a religiosidade. Nesse sentido, e apenas nesse sentido, sou devotamente religioso."

Maravilhemos-nos pois....


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