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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

AMANTIKIR - CAMPOS DE JORDÃO

Um lugar que é pura inspiração em Campos de Jordão são os Jardins Amantikir. Para quem gosta de tranquilidade e beleza.

Para chegar lá se pode tomar um taxi ou contratar um passeio. Na recepção  você recebe um mapa do local e vai visitando os diversos jardins.
Eles são organizados de forma bem harmônica, levando em conta o tipo de plantas utilizado (coníferas, capins, áridas, bromélias) ou tradições de decoração de jardins (Jardim Ingles, Jardim Frances, Jardim Chines, Jardim Japonês etc.

Nem as arvores mortas são descartadas, há um jardim de Raízes, um arranjo paisagístico como cepos de árvores mortas, existentes na área original do parque.
Espelhos d'água, pequenas pontes e lagos vão fazendo a composição com as plantas e flores.



São mais de 700 espécies de plantas harmonicamente distribuídas ao longo dos  60.000 metros quadrados abertos à visitação.
 Há locais altamente instagramáveis com esta moldura em meio as flores. Ganha ou não muitos likes?
E sem falar nos labirintos... como este labirinto de grama

Ou outro mais complicadinho de sair, deu um trabalhão para eu conseguir deixa-lo, precisei de ajuda kkkkk

É um passeio incrível para crianças, o contato com a natureza, diversão e alegria...

Tem até uma casinha na árvore... pena que a gente não possa entrar.


A lenda de Amantikir é contada como a história de uma princesa Tupi que se apaixonou pelo Sol e ele por ela, causando a ira da Lua. Enciumada, a Lua se queixou ao deus Tupã, que decidiu erguer uma enorme montanha e pender nela a indiazinha. De tanta tristeza o Sol sangrou o poente. A lua arrependida, chorou constelações, ao ver a dor do seu amado. E a princesa chora de saudades, todos os dia quando o sol nasce. Suas lágrimas formam as nascente, córregos e rios da serra. 

Daí Amantiki "a montanha que chora. Que na pronuncia lusitana virou a Mantiqueira.

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MARRAKECH EM MOVIMENTO


Entramos na Medina de Marrakech, pela Bab Agnaou, uma das suas 13 portas. Seu formato é bem interessante: faixas alternadas de tijolo e pedra rodeando um arco em ferradura. A Medina aqui tem as ruas menos estreitas que as de Fez, mas o movimento é intenso.
Começamos conhecendo uma farmácia de produtos feitos com ervas e plantas tradicionais do Marrocos usados na medicina e na estética, como o famoso óleo de argan ou o que é moda do momento, ghassoul, uma argila vulcânica das montanhas do Atlas.


O transito na cidade, especialmente no centro histórico, é um caos. Carros, misturam-se a motos (quase ninguém usa capacete), charretes para turistas, nosso guia definia com uma gíria em português "muvuca".


Aqui estão inúmeros suks, vendendo todo o tipo de mercadoria. A alegria dos turistas interessados em novidades.



 Terminamos o dia na famosa praça Jemaa el Fna, aqui seria o coração da cidade. Uma imensa praça, uma das maiores do mundo, considerada como patrimônio cultural imaterial pela Unesco. 

Dezenas de barracas, a maioria vendendo comidas típicas. Um verdadeiro festival gastronômico. 

Você encontra também personagens folclóricos,como encantadores de serpente, macaquinhos amestrados, dançarinos típicos. Confesso que não caminhei muito pela praça, estava resfriada e cansada, optei por ficar em um dos cafés ao redor, bebendo água e fotografando do alto.
Era nossa despedida, no dia seguinte cedo estaríamos na estrada para chegar ao aeroporto de Casablanca e partir.




Marrocos um país encantador....

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CAMPOS DE JORDÃO

Decidimos passar dois dias em Campos de Jordão para descansar um pouco da viagem. Fomos de ônibus do aeroporto Guarulhos até lá.


Fizemos no primeiro dia os passeios tradicionais pela cidade. Subir no teleférico para ver morro do Elevante, por exemplo.


O parque está um tanto decadente, nos informaram que vai sofrer uma reforma. Mas vale o passeio, para ver a cidade do alto e, se estiver com crianças para se divertir fazendo fotos dos elefantes de gesso.


Ou tirar a foto com o nome da cidade. Ser turista é assim tem que pagar mico.

Outro passeio tradicional é o do trenzinho. 
 Confesso que na primeira vez que estive aqui fiquei decepcionada com o pequeno trajeto, apenas uma ida e volta na rua principal. Só fiz outra vez por que a minha amiga insistiu.


 O que a cidade tem de melhor é a gastronomia, são inúmeros bares e restaurantes para experimentar delícias de inverno.



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segunda-feira, 5 de agosto de 2019

PALAIS DE LA BAHIA - A BELEZA EM MARRAKECH

No meio do agitado centro histórico da cidade um lugar que é um exemplo fantástico da beleza da arquitetura árabe andaluz - Palácio Bahia. A palavra Bahia em árabe, significa brilho ou beleza, o lugar merece este nome. 


Como falamos anteriormente, a arquitetura  árabe, se caracteriza por pátios ou jardins internos com fontes, muita decoração em mosaico de cerâmica (zellige), estuque esculpido, e madeira de cedro trabalhada.
Foram envolvidos na construção, que durou cerca de 14 anos, os maiores artesoes do Marrocos. E capricharam nos detalhes, a decoração vai do chão ao teto. 
A construção foi iniciada pelo grão-vizir (uma espécie de primeiro ministro) Si Mussa em 1860. São cerca de 150 cômodos, mas só parte deles é aberta a visitação. Tanto espaço se justifica porque o vizir tinha 4 esposas e 24 concubinas. 
 A cada espaço uma nova surpresa, nada é igual e nada é simples. Estão todos sem móveis de época. São salas vazias cheias de história. 

O patio principal  é o ponto alto da visita. ele tem três fontes, dezenas de salas todas revestidas com mosaicos azuis, brancos e amarelos. O piso é com a padronagem marroquina cor de esmeralda.
O Palais de la Bahia pertence ao Ministério de Assuntos Culturais do governo do Marrocos e parte dele é usada para recepções governamentais.

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quarta-feira, 17 de julho de 2019

JARDIM MAJOELLE

Em 1924 o pintor francês Jaques Majorelle comprou um grande terreno em Marrakech, cidade que o encantara. Construiu no local uma casa em estilo art deco, com influências moura e berbere. Serviria como residência e estúdio. admirador de botânica, foi construindo aos poucos ao redor da casa um exuberante jardim, cheio de cores, plantas exóticas que trazia de suas viagens.


Durante 40 anos viveu aqui embelezando o seu jardim, em um dos retornos a França, sofreu um acidente automobilístico, vindo a falecer. O espaço permaneceu aberto a visitação e em 1966, Yves Saint Laurent e seu companheiro,  Pierre Bergé caíram de amores pelo local. Em 1980, ao saber que corria o risco de ser extinto para construção de um complexo hoteleiro, decidiram comprar e revitalizar o jardim em 1980. 
Com a morte do estilista, suas cinzas foram espalhadas aqui e Pierre, mandou construir um monumento em sua memória. 

O Jardim Marjorelle agora é um dos lugares mais visitados de Marrakesh. São mais de 20 jardineiros trabalhando para manter as plantas sempre bem cuidada. Logo na entrada uma fonte em azul e amarelo dá boas vindas aos visitantes, eles são muitos, de todos os cantos do mundo.


Os jardins e as fontes são parte importante da arquitetura islâmica, eles refrescam e embelezam as construções. Existem várias em diversos pontos do jardim.

Além do verde das plantas e as colorido das flores, as cores mais vistas por aqui são um tom de azul marinho intenso e o amarelo. Esta cor era a favorita do pintor e passou a ser chamado de azul Majorelle. Com ela foram pintadas a maior parte das construções.  
No entorno das construções, plantas de diversas partes do mundo. São mais de 3 mil espécies botânicas, espalhadas em quase 10 mil metros quadrados.
Cactos, pedriscos, vegetação de clima árido é a primeira parte. Por aqui se espalham os gatos, presença frequente do Marrocos.
Os caminhos são sombreados por bambus, bougainvilles, espelhos d'água com lírios, flores de lótus, tudo preparado para encantar visualmente os visitantes.

A ideia era criar o que o pintor chamou de "uma pintura viva". Por conta disso, abriu os jardins ao público para que pudessem conhecer e admirar.


O espaço tem também um café, livraria, loja e uma pequena galeria: a Love Gallery, com os cartazes das coleções de San Laurent. Tudo a preço de alta costura.




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