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terça-feira, 20 de novembro de 2018

NAVEGANDO PELO TIBRE

Desde a fundação o Tibre é a alma da cidade, por aqui circulavam os produtos  que chegavam para aqueles assentamentos etruscos, sabinos e latinos que existiam aqui. O primeiro nome do rio, dado pelos etruscos, era Albula, ou alvo, tendo como referencia a limpidez e clareza das águas. 


Decidimos navegar pelo rio, os passeios partem de um pequenos cais nas proximidades do Castelo de San'Angelo. Foi uma experiencia incrível, ver a cidade de outro angulo, conhecer as muita pontes que unem as duas margens.


Ver  da perspectiva do rio a belíssima ponte Nerodiana, que tem diversas esculturas de anjos que já havia fotografado no dia anterior.




Nas margens é possível caminhar, ter momentos de calma na grande cidade, conversar ou simplesmente contemplar as águas. 





Em cada curva uma surpresa, uma nova ponte.


As águas do Tibre nem sempre são tranquilas, em alguns momentos ocorreram enchentes de forma que existem alguns hidrômetros, monitorando o nível da água e paredes de contenção.




 

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HISTÓRIA ESPALHADA PELA CIDADE

A história de Roma é uma das mais longas e interessantes da humanidade. De uma pequena aldeia a um dos maiores impérios da Antiguidade. Conhecemos um pouco desta trajetória na escola, nos livros história geral e, de forma romanceada, nos muitos filmes produzidos, séries televisivas que sempre despertam a atenção e vão construindo um imaginário sobre o lugar. 


Começamos a caminhada desta vez, pelo Circus Romano, são ruínas impressionantes, reflexos desta história da Republica e do Império. 



Seguimos pelo Fórum Romano que era o centro da vida na Roma antiga, um conjunto grandioso de templos de mármore, palácios e amplos espaços públicos.


Lembro que a primeira vez que estive aqui, circulei pela icônicas ruínas e para ajudar a imaginação comprei um livrinho que sobrepunha um desenho em uma folha transparente que reconstituía as magníficas obras arquitetônicas da Roma Antiga. 



Pensar no poderio deste Império que conquistou grande parte do mundo conhecido, que neste espaço celebraram suas vitórias, mas as ruínas nos fazem refletir que o poder e a glória são passageiros. 



C



A ruína mais icônica é o coliseu, que era um anfiteatro onde os gladiadores travavam combates mortais e onde prisioneiros condenados enfrentavam animais selvagens diante de plateias barulhentas e sedentas de sangue.


Muitas são as representações desta época no cinema, os gladiadores já protagonizaram vários filmes de sucesso, ou, as história dos cristãos romanos que foram condenados a mortes nesta arena.









  


                                                                                                
Circulam por aqui diariamente, milhares de turistas do mundo inteiro, podendo aprender com a história. Tive este privilégio de retornar a Roma e aproveitei.





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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

ROMA, NON BASTA UNA VITA!

Dizem que uma vida não é bastante para Roma, pois há muito o que ver, talvez seja assim com as cidades cheias de história, são muitas camadas e portanto muito a desvendar. Começo gostando do teto do aeroporto Fiumicino e  treinando meu italiano, para conseguir um taxi.


A ideia desta passagem era tentar viver um pouco da vida local, passear e ir descobrindo ou redescobrindo coisas. Ficamos em casa de uma amiga que mora lá há algum tempo, e, contamos com as coordenadas dela para explorar a cidade. Começamos com um café da manhã numa padaria siciliana: Um cornetto e um suco.



Depois aprender como circular pela cidade: trem, ônibus, dicas essenciais e outras providências. Tudo resolvido fomos passear em Trastevere. O bairro com seus paralelepípedos, palazzi (mansões) ocres, com muitos restaurantes, cafés e bares é bastante alegre.



Visitamos a Basílica de Santa Maria, uma das igrejas mais antigas de Roma, construída originalmente no seculo III , sofreu muitas mudanças ao longo dos séculos. Uma fachada sóbria, com destaque para o mosaico medieval dourado, retratando Maria alimentando Jesus, cercada por 10 mulheres segurando lamparinas.


Uma fachada sóbria, com destaque para o mosaico medieval dourado, retratando Maria alimentando Jesus, cercada por 10 mulheres segurando lamparinas.


No interior são os mosaicos que dão beleza a nave, chama atenção na abside, a representação do Cristo com sua mãe, cercado de vários santos.



Arte até no piso, uma obra de marchetaria em mármore, formando mandalas. Mas que a beleza do templo, percebemos a fé católica em várias velas acessas no templo.

Explorar Trastevere implica também em comer uma pasta, tomar um bom vinho ou uma cerveja, descansar na praça, com sorte vai tem alguém tocando uma música e tomar um gellato.


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domingo, 18 de novembro de 2018

MALTA VALEU A PENA


Certa tensão sempre ocorre no planejamento das viagens: será o destino vale a pena? o melhor roteiro é este? conseguiremos nos comunicar ? Mas quando a viagem começa a gente vai deixando acontecer, dando risada dos perrengues e aproveitando. Malta foi uma agradável surpresa, enumero aqui algumas razões para ir ao arquipélago:
  • A beleza arquitetônica de Valletta 



  • A viagem no tempo de Mdina, a sensação de estar num cenário aguçou a fantasia.



  •  A leveza de Sliema, onde nos hospedamos, considerando o pouco tempo que tínhamos, o local era estratégico para realizar passeios pela ilha. O local é muito bem servido de restaurantes e bares, podemos circular com segurança e aproveitar 

Tudo bem que as praias eram diferentes por lá... mas sempre se dá um jeitinho para conseguir um lugar ao sol.


 Só não se pode usar topless...



No nosso passeio turístico pela ilha vimos muitas praias mais interessantes, opções para cursos de mergulho inclusive. Mas não tivemos tempo de aproveita-las.

  • A culinária maltesa tem influencia dos vários povos que passaram por aqui. Provamos somente alguns dos pratos típicos. 
O queridinho encontrado em vários lugares é um pastel folhado recheado com ervilha, carne ou queijo, chamado de pastizzi. Muito gostoso.


O coelho é bastante apreciado por aqui experimentamos um cozido com batatas - Fenek.


No último dia pedimos algo bem típico e nos serviram este prato. com linguiças pequenas feitas com carne de porco, bem condimentadas, um purê de feijão (Masherd beans), batatas, queijo e estas especie de bolachas.


A cerveja local também foi muito apreciada por nós.


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sábado, 17 de novembro de 2018

AQUÁRIO NACIONAL DE MALTA

Último o dia em Malta, aproveitamos para conhecer o Aquário Nacional. Seguindo as orientações viemos um ônibus urbano até aqui. Situado à beira mar, é uma bela construção em formato de estrela do mar.


  Apesar de não ser muito grande, a visita é bem agradável, especialmente para quem está com crianças. Veja como estas ficaram encantadas...




O que achei mais interessante foram estes túneis onde você pode circular no meio das diversas espécies marinhas. A foto ficou sem foco, uma pena



Vamos sabendo um pouco de cada espécie marinha mediterrânea. 


O aquário também tem um pequeno restaurante, amei a decoração cheia de peixinhos e a luz do mar inundando o ambiente. Tomamos um delicioso sorvete pois o calor era intenso.





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A GRUTA AZUL - MALTA


A Gruta Azul é um daqueles lugares que fazem a gente se sentir privilegiado de estar ali, e agradece a Deus pela oportunidade. Já dissemos aqui que a orla de Malta tem inúmeras formações em rocha calcária, que podem formar cavernas à beira mar como estas. 



A Blue Grotto, é, na verdade, uma sequencia de grutas que ficam na parte sul da ilha de Malta. Chagamos até la com o ônibus turístico hop-on hop-of, saltamos no ponto Guotto, descemos uma ladeira e chegamos até o ponto em que estão os barcos que fazem o passeio pelas grutas.



Um barqueiro simpático e conversador vai nos conduzindo e explicando e nós, munidas das máquinas fotográficas e colete salva vidas, vamos desfrutando e tentando fotografar.  


Não dá para fazer boas fotos pois com o pouco espaço do barco, nem sempre dá para ter equilibro para fazer as composições.



O azul do mar faz um contraste com as pedras um grande espetáculo. Quem tem tempo pode aproveitar para o banho de mar.









Concluída a visita encaramos a subida, contemplando o mar, em frente uma das pequenas ilhas, nos contaram que ela era usada para o treinamento tiro de canhões do exército de Napoleão. 


Depois veio a grande surpresa do dia, já era 17h e o ônibus turístico não funcionava mais. Bom, tivemos que buscar informações com nosso inglês limitado, estávamos bem longe do nosso hotel, e três  ônibus, chegamos. O bom da aventura é que conhecemos mais uma pequena cidade. 


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