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sábado, 15 de setembro de 2018

DELOS



A ilha de Delos fica no centro do arquipélago das Cíclades, considerada um dos sítios arqueológicos mais interessantes da Grécia e tombada pela UNESCO como patrimônio da humanidade.


Situada há cerca de 30 minutos de barco de Mykonos é um passeio que vale a pena para quem gosta de história e mitologia.



Entre 900 aC e 100 dC a ilha foi o mais importante santuário pan helênico,  conhecida como "ilha dos deuses". Segundo a mitologia aqui nasceram os filhos gêmeos de Zeus e Leto Apolo, o deus do sol e Artemis, que representava a esfera lunar.

O fato de ser um centro religioso fez com que fosse criando condições par o seu crescimento comercial e aumentando sua influencia política. Dizem que aqui floresceu a liga de Delos, que congregava os aliados de Atenas contra Esparta.

É uma ilha rochosa, banhada de luz, sem nenhuma montanha ou vegetação. Mas cercada da beleza dos múltiplos tons de azul do mar Egeu.



Como era verão, depois de um certo tempo, passeio ficou particularmente desconfortável. E a nossa guia, uma senhora muito entusiasmada, não parava de falar.

Há muito



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sexta-feira, 7 de setembro de 2018

MYKONOS

A caminhada pela ilha continua, o novo dia de viagem foi para conhecê-la um pouco mais. 



A primeira parada foi o monastério de Panagia Tourliane, localizado na vila de Ano Merá, no centro da ilha. O monastério é fechado, mas a pequena capela pode ser visitada.

A Igreja ortodoxa grega é herdeira da cristandade do Imperio Biazantino, depois do Cisma do Oriente.


Aqui a agitação cede espaço a paz e a tranquilidade, é o momento de fazer uma oração agradecendo a graça de ter saúde e poder viajar.



Há belas praias por aqui, não exploramos muito por conta do pouco tempo de permanência, fomos a algumas, umas mais tranquilas e outras mais animadas.


Algumas tem uma infraestrutura incrível, para receber quem quer aproveitar o sol e drinks, verdadeiros beach club. O preço do aluguel para ter este conforto não é barato, quanto mais confortável e próximo ao mar mais caro.




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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

MYCONOS - CHORA


Chegamos ao porto de Chora, a capital de Mykonos, através do ferry boat e ficamos hospedadas lá. Acredito que foi uma decisão acertada porque a cidade é incrivelmente original. 


Na pequena cidade as ruas estreitas entrelaçadas, para fugir da força dos ventos, nos dizem, com chão de pedra que vão se articulando como um labirinto, nos perdemos algumas vezes, ou  circulávamos e, quando percebíamos, voltavamos para o mesmo lugar.



Se tempos atrás as casinhas brancas eram habitadas por pescadores, agora são lojas de grife, restaurantes, pousadas tudo voltado para o turismo. 




Hordas do mundo inteiro que chegam por aqui diariamente, este turismo de massa, especialmente no verão deixa a pequena ilha superlotada.  a muitos chegam em cruzeiros e passam apenas um dia. Não acho que está seja uma boa opção, a ilha merece um olhar mais detalhado.

Caminhar pela Little Venice, com seus bares e restaurantes, barquinhos que vão e vem o dia todo, inúmeros bares e restaurantes que começa a funcionar no almoço e seguem pela noite. 


Este conjunto de casas foi construído no século XVI estão literalmente penduradas sobre o mar. Compõem um quadro muito charmoso para a cidade. Nesta área estão situados inúmeros restaurantes e bares.


Na outra ponta, no alto de uma pequena colina, a região dos moinhos, chamada de Kato Myligraja. Os moinhos foram construídos pelos venezianos no século XVI para moagem do trigo, hoje eles não funcionam mais e formam um famoso cartão postal da cidade.


A cidade merece ser fotografada de todos os ângulos, ou, esquecer a câmara fotográfica  parar e apenas contemplar a paisagem, todos os azuis do mar fazem um bom contraste com o branco das casinhas.



Caminhar pelas ruazinhas, encontrar pequenas igrejas ortodoxas gregas, a maioria delas com aqueles telhados azuis. 



O destaque fica para a igreja Panagia Paraportiani, concluída no século 17, formada por quatro pequenas capelas que se unem de forma assimétrica, uma arquitetura de linhas simples, com um pequeno sino na cúpula. 



Além das caminhadas pela ruazinha estar à beira mar e ver "a festa do sol em todas as cores do mar". E, de repente, virando uma esquina viver aquele momento mágico, com gaivotas compondo a paisagem.








Um outro momento do dia muito esperado é o por do sol. O do primeiro dia na ilha aproveitamos de camarote no nosso hotel, tomando um aperol spiz.







E depois é aproveitar a noite... o lugar tem fama de baladeiro, a noite é animadíssima, tem lugares em diversos estilos para atender todos os tipos de visitante casais apaixonados, solteiros a procura de par, gays, heteros...

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terça-feira, 28 de agosto de 2018

UM POUCO DA GEOGRAFIA GREGA



Observando o mapa da Grécia vemos o quanto é recortado, são pedacinhos de terra dispostos pelos mares Jônico, Egeu que guardam baias de águas translucidas e vilarejos paradisíacos. Estima-se que são aproximadamente 6000 ilhas espalhadas e que cerca de 227 são habitadas. Escolher que ilhas visitar não é muito fácil. Juntar todas numa única viagem é quase impossível. A não ser que você tenha mais de um mês para caminhar pela Grécia. O melhor talvez seja visitá-la mais de uma vez e ir desfrutando das belezas calmamente.

Atenas, a capital, fica no continente. Do lado esquerdo estão as Ilhas Jônicas: Corfu, Kefalônia, lefkada, Meganissi, Paxos e Zakunthos.

Do outro lado, um pouco à direita, ficam as Ilhas Cíclades: Amargos, Andros, Antiparos, Ios, Milos, Mikonos, Naxos, Paros, Santorine, Siros e Yynos.

Em baixo está a maior delas, a ilha de Creta. Além destas existem outras, menos famosas.



Como esta foi a nossa primeira oportunidade de visitar a Grécia, fomos tradicionais na escolha, visitamos três ilhas do arquipélagos de Cíclades: Mykonos, Delos e Santorini.

Quer saber mais informação para poder escolher a sua ilha leia aqui

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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

CAMINHANDO PELA HISTÓRIA - ACROPOLE

Caminhar pelo centro histórico de Atenas é como passear por parte da história da humanidade. Afinal nasceram aqui as primeiras reflexões filosóficas, floresceram a arte, a arquitetura, a ciência deste nosso lado ocidental. Para conhecer um pouco destes 4000 anos de história é importante estar acompanhada de um bom guia, disposição para caminhar e ter uma dose de imaginação para enxergar além das ruínas. 

O passeio mais significativo para mergulhar na história é a Acrópole, guardiã da cidade. A maior parte das construções aqui são do século 5 aC, depois das guerra com os persas, o chamado período clássico, que estudamos na aulas história geral. 


Grande parte das construções estão em ruína, temos que lembrar que durante os séculos que se seguiram ocorreram inúmeras guerras, saques, mudanças políticas, religiosas, entretanto a imponência das construções impressiona. 



Esteja preparado, é uma colina, o terreno é irregular, quase sem vegetação, certamente o local vai estar cheio de turistas, e, se for verão, o calor vai ser intenso. Não esqueça sapatos confortáveis, protetor solar, um chapéu e bastante água. 

A entrada cerimonial é o Propileu, as escadas não existem mais, apenas o imponente portal.


A construção mais imponente é o Paternon, o maior dos templos gregos, construído em honra a Atenas Palla, a deusa da sabedoria.  




É possível ter uma visão geral da cidade, de um mirantes.


Outro templo, não tão grande porém muito interessante, é o Erechtion, dedicado a Atenas Niké (Atenas sem asas) deusa da vitória e a Poseidon, os deuses que disputaram o patronato da cidade. 




O destaque são as colunas de sustentação em forma femininas _ as cariátides.




Para quem gosta das lendas gregas, conheça o relato da disputa dos deuses pela patroado da cidade. Segundo a mitologia Poseidon e Atena disputavam e o primeiro, presentou a cidade com o mar e um cavalo. Atena domou o cavalo  doado pelo tio, transformando-o num animal útil e ofertou uma oliveira: alimento, óleo e madeira. Aquele jeito feminino de dar utilidade as tudo. Ganhou a disputa, a cidade ficou com o seu nome e a árvore passou a ser o simbolo da cidade. Elas estão em todas as partes e o óleo de oliva é um dos principais produtos de exportação do país.





O destaque é o teatro de Herodes Ático, construído no século 5 aC foi o primeiro do mundo, palco das comédias e tragedias escritas por Esquilo e Sófocles. 












Outro local de relevância histórica é o Areópago, citado no Livro de Atos dos Apóstolos, como o monte onde Paulo de Tarso falou pela primeira vez aos atenienses sobre o evangelho de Cristo.



Para finalizar a lição de história fomos ao Novo Museu do Acrópole, o acervo é constituído dos achados arqueológicos encontrados no local, começou a ser reunido com as escavações do século XIX que foram recentemente instalados na nova construção inaugurada em 2009. 



O museu fica nas proximidades do Acrópole e durante sua construção foram descobertos novos sítios arqueológicos, o arquiteto responsável pelo projeto decidiu suspender os pilares da estrutura e incorporar as escavações ao prédio.



Muitas das histórias da mitologia grega eram contadas nas através de entalhes afixados nos templos,  muitos deles foram levados pelos museus britânicos e americanos e houve muita disputa judicial para que retornassem ao país, e estão aqui preservados.



Lá estão, por exemplo, as Cariátides originais e outras peças relevantes. É possível ver documentário sobre a exploração do sítio arqueológico, tomar um café ou comprar lembrancinhas na loja do museu. 


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A CASA DO RIO VERMELHO


Nossa casa reflete sempre um pouco do que somos, no jeito que a arrumamos, nos objetos que dispomos por lá, nas cores que escolhemos para as paredes. Assim conhecer a casa de alguém é, de certa forma, saber mais sobre a pessoa.  Só agora, muitos anos depois, quando os moradores já partiram dessa vida e a casa se transformou num museu, consegui conhecer a casa.



Quando passava por aquela casa no bairro do Rio Vermelho, observava os detalhes da porta de entrada e tinha curiosidade de saber como ela por dentro. Os donos me pareciam originais, interessantes, cheios de história pra contar. Estou falando da célebre casa dos escritores Jorge Amado e Zélia Gattai.





A beleza da casa esta na amplitude, na simplicidade, na originalidade. É também acolhedora, cercada de jardins, ventilada, cheia de obras de arte (de artistas consagrados ou populares).



 Cada espaço tem um tema relacionado ao casal ou aos personagens de Jorge Amado. Os jardins, por exemplo, falam da religiosidade afro brasileira que admiraram e esta sempre presente nos personagens baianos.



O quarto do casal explora o lado erótico dos personagens, as sensuais Gabriela, Dona Flor e seus amados estão presentes. Não são permitidas fotografias em todos os espaços, bom porque aguarei a sua curiosidade para fazer a visita. Se você mora em Salvador atenção as quartas feiras são gratuitas. Veja mais aqui.






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