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sábado, 17 de novembro de 2018

AQUÁRIO NACIONAL DE MALTA

Último o dia em Malta, aproveitamos para conhecer o Aquário Nacional. Seguindo as orientações viemos um ônibus urbano até aqui. Situado à beira mar, é uma bela construção em formato de estrela do mar.


  Apesar de não ser muito grande, a visita é bem agradável, especialmente para quem está com crianças. Veja como estas ficaram encantadas...




O que achei mais interessante foram estes túneis onde você pode circular no meio das diversas espécies marinhas. A foto ficou sem foco, uma pena



Vamos sabendo um pouco de cada espécie marinha mediterrânea. 


O aquário também tem um pequeno restaurante, amei a decoração cheia de peixinhos e a luz do mar inundando o ambiente. Tomamos um delicioso sorvete pois o calor era intenso.





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A GRUTA AZUL - MALTA


A Gruta Azul é um daqueles lugares que fazem a gente se sentir privilegiado de estar ali, e agradece a Deus pela oportunidade. Já dissemos aqui que a orla de Malta tem inúmeras formações em rocha calcária, que podem formar cavernas à beira mar como estas. 



A Blue Grotto, é, na verdade, uma sequencia de grutas que ficam na parte sul da ilha de Malta. Chagamos até la com o ônibus turístico hop-on hop-of, saltamos no ponto Guotto, descemos uma ladeira e chegamos até o ponto em que estão os barcos que fazem o passeio pelas grutas.



Um barqueiro simpático e conversador vai nos conduzindo e explicando e nós, munidas das máquinas fotográficas e colete salva vidas, vamos desfrutando e tentando fotografar.  


Não dá para fazer boas fotos pois com o pouco espaço do barco, nem sempre dá para ter equilibro para fazer as composições.



O azul do mar faz um contraste com as pedras um grande espetáculo. Quem tem tempo pode aproveitar para o banho de mar.









Concluída a visita encaramos a subida, contemplando o mar, em frente uma das pequenas ilhas, nos contaram que ela era usada para o treinamento tiro de canhões do exército de Napoleão. 


Depois veio a grande surpresa do dia, já era 17h e o ônibus turístico não funcionava mais. Bom, tivemos que buscar informações com nosso inglês limitado, estávamos bem longe do nosso hotel, e três  ônibus, chegamos. O bom da aventura é que conhecemos mais uma pequena cidade. 


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MDINA - O RETORNO DO TEMPO


 Estava muito curiosa para conhecer Mdina, por tudo que havia lido sobre a cidade, trata-se de uma cidade onde as características medievais foram preservadas,  sendo hoje um dos melhores exemplos na Europa de cidade muralhada. 

Por conta destas características tornou-se cenário de produções de cinema e televisão. A mais famosa atualmente é, Games of Thrones, que usou a cidade como locação de muitas das suas cenas, como este portão, por exemplo.







Caminhar a pé pelas ruas estreita ou usando as charretes disponíveis para os turistas, nos deixa com a sensação retornamos no tempo. Vale a pena explorar as igrejas, mosteiros e palácios.





Os historiadores acreditam que os fenícios, que estiveram na região cerca de 7000 aC, começaram a construir as muralhas para fortificar a cidade, então chamada de Maleth, que era importante pela sua posição estratégica no topo de um monte rochoso, nas terras mais altas da ilha. Longe do mar e com boa visibilidade para deter os invasores.


Séculos mais tarde, durante o domínio Romano, a cidade, agora chamada Melita, ganhou o palácio do Governador e a muralhas continuaram sendo fortalecidas. Mas, segundo historiadores, foi durante a ocupação dos Normandos, após 1019 dC que a cidade ganharia a forma mantida até os dias de hoje.


A cidade entrou em declínio no início do século XVI, quando Valletta se tornou a nova capital de Malta, seguindo um projeto da Ordem dos Cavaleiros de S. João. Entretanto a nobreza, descendente de senhores feudais, continuou a viver em Mdina, que, por conta disso passou a ser chamada de de Citta Vecchia (cidade velha) e Cita Notabile (cidade nobre).


Bom mesmo é caminhar sem pressa, contemplando os detalhes arquitetônicos da cidade, deixando a imaginação solta, tentando supor como viviam por aqui os malteses de antigamente. 



Sair das ruas principais e ir se surpreendendo com as descobertas.







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quinta-feira, 15 de novembro de 2018

ILHAS DE MALTA

A Republica de Malta é um arquipélago no mar Mediterrâneo, separado da ilha italiana da Sicília pelo Canal de Malta. As três maiores ilhas são Malta, Gozo e Comino, estas são habitadas. Existem outras pequenas ilhas desabitadas. Existem passeio que saem da ilha de Malta para visitar Gozo e Comino, o ideal seria visitar cada uma delas com calma, descobrindo os encantos, mas nosso tempo por aqui foi curto e tivemos que optar por visita-las de uma só vez.  


O passeio dá a oportunidade de contemplar Valletta do mar, sendo possível ver o porto e as antigas fortificações maltesas. Nos dando melhor dimensão da cidade.


A linha costeira das ilha é bastante irregular formada por rochas em pedra calcárea que vão formando com os muitos tons de azul do mar um belo contraste.




A ilha de Comino é a menor, tem apenas 2 km2 de área, fica no meio do caminho entre a de Malta e Gozo. Seu nome vem da planta cominho que existe em abundância na região.


É uma reserva natural para aves e poucas pessoas vivem aqui permanentemente. Os carros não circulam por lá e só é possível  percorre-la em trilha caminhando ou com bicicletas. Tem duas pequenas praias, uma enseada e algumas grutas para explorar de barco.




A praia mais famosa é a Blue Laggon, situada numa parte mais recuada e cercada de pedras, ela não tem ondas, o que faz dela um bom lugar para nadar e mergulhar. 



Bastante frequentada e difícil arrumar um lugar para sentar. Mas há drinques e comidinhas a venda, com preços razoáveis.



Diferente da maior parte das praias do Mediterrâneo, a água aqui é clara e inacreditavelmente transparente. Favorável para os mergulhos. Maravilhoso!



Totalmente diferente, a ilha de Gozo, é maior e mais povoada. Infelizmente nosso tempo por lá foi muito pequeno, e considero também que não fomos bem assessorados. Enfim... Não conhecemos praias e vimos pouco das coisas interessantes que a ilha tem.





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terça-feira, 13 de novembro de 2018

MALTA - VALETA

Decidimos ir a Malta depois que vimos um programa de televisão e nos encantamos pelo pequeno país. Compramos as passagens aéreas de Roma para lá, fizemos as reservas de hotel e transfer e fomos com a cara e a coragem. Lemos muito sobre o país para identificar o que gostaríamos de ver por lá e traçar um roteiro.

A localização do arquipélago de Malta, no meio do caminho entre Europa e África, trouxe um passado turbulento e movimentado às ilhas, mas também moldou um patrimônio histórico e arquitetônico singular.


Por lá passaram muitos povos. Os fenícios, que dominaram o comércio do Mediterrâneo e fundaram a poderosa Cartago, na costa africana, por volta do ano 1000 aC converteram as ilhas em posto e batizaram a ilha principal como Malat, que significa refúgio seguro. Depois viram gregos, em 736 aC, posteriormente voltaram a ser domínio dos cartagineses. Em 218 a.C. foi anexada pelos romanos, e recebeu o nome de Melda. Segundo o livro de Atos dos Apóstolos, no ano 60 da era crista Paulo naufragou e chegou a costa maltesa, onde promoveu a conversão dos seus habitantes.



Na Idade Média, com a divisão do Império Romano, parte da ilha foi cedida a Constantinopla (I. Romano do Oriente) que a controlou até 870, quando foi conquistada pelos árabes. Durante o período medieval, o domínio da ilha se alternaram cristãos e árabes. A influência árabe pode ser encontrada na língua maltesa, uma língua que mescla influencia romana mas que deriva do árabe vernacular. 



Em 1530, as ilhas foram cedidas pela Espana a  cavaleiros das Cruzadas, que haviam sido expulsos de Rodes, pelo Império Otomano. Esta ordem monástica governou as ilhas até o século XIX.


A capital - Valletta - foi fundada pelos Cavaleiros de São João de Jerusalém, organização militar cristã proveniente das Cruzadas, que depois ficou mais conhecida  como Ordem de Malta. 



São igrejas, palacetes e fortalezas a maioria em estilo barroco, que fazem da cidade um verdadeiro museu a céu aberto. Estas construções a levaram a ser considerada patrimônio cultural da humanidade pela UNESCO.



O traçado urbano é quadriculado e muitas ruas estreitas e com muitas subidas e descidas, do alto da cidade até o mar.



Merecem visitas a Co-Catedral de São João e o seu museu, o Palácio do Grão-mestre. A Catedral tem como destaque um quadro de São João pintado por Carvaggio.



Tudo em Malta é construído com pedra calcária o que dá a ilha inteira a mesma cor. Em Valetta, os ornamentos barrocos nas fachadas, dão um toque diferente, por vezes inusitados, como este da foto abaixo.



Outra característica das casas típicas de Malta são os balções coloridos no segundo andar. Feitos em madeira, com cores intensas, parecem não se encaixar direita na construção, mas são capazes de trazer alegria a fachada bege. Esse tipo de varanda virou moda no século 18, possivelmente por influencia espanhola. 





Na Idade Contemporânea, em 1798, Napoleão Bonaparte invadiu Malta, mas em 1800, a Grã Betanha, redeu os franceses e instalou-se na ilha. Em 1814, Malta tornou-se oficialmente britânica. Malta desempenhou um papel importante durante a Segunda Guerra Mundial devido à sua proximidade as linhas do Eixo. Na foto abaixo a estátua da Rainha Vitória na praça em frente a Biblioteca Nacional.



A presença destes povos está impregnada em cada pedra ali. Influenciando não só a arquitetura, mas a  língua, a cultura, a culinária.



Na parte alta da cidade de Valeta os parque: Hastings Gardens, Lower Barra Garden oferecem vistas panoramicas para o Grand Harbour, porto que fica entre Valletta e os vilarejos de Vittoriosa, Senglea e Cospicua (as "Tres Cidades").



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