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domingo, 22 de abril de 2018

MUSEU DO AMANHÃ


Além de uma magnifica obra de arquitetura esse é um museu de ciências diferente. Imagens, dados de pesquisas, perguntas provocativas, propõem reflexões para que o visitante pense os diferentes caminhos que se abrem para o futuro.


O percurso da exposição principal é estruturado em cinco grandes momentos: Cosmo, Terra, Antropocentro, Amanhã e Nós. Trazendo resposta para questões que sempre inquietaram a humanidade: Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos ? Para onde queremos ir?


A beleza das imagens do nosso planeta azul e as fotografias que lembram a diversidade, criatividade dos homens nos fazem de alguma forma felizes de viver num mundo tão maravilhoso e de fazer parte desta diversidade humana.



 No entanto, os passos seguintes, trazem imagens e dados do que o excesso de consumo estão conduzindo a destruição do planeta e ameaçando a sobrevivência da humanidade. 

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  A resposta a grande questão final: Para onde Vamos? o painel nos diz "O futuro não está pronto e acabado. A cada dia, a cada escolha, o rio do Tempo se abre em um delta de Amanhas possíveis. O curso que a realidade irá seguir depende cada vez mais de nós, como atores do Antropocentro, na construção do porvir."


Os conteúdos apresentados no museu foram elaborados por mais de trinta consultores brasileiros e estrangeiros de diversas áreas.

 O projeto arquitetônico é do espanhol Santiago Calatrava, que descreve "a ideia é que o edifício fosse o mais etéreo possível, quase flutuando sobre o mar, como um barco, um passaro ou uma planta.







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BAIA DE GUANABARA

O pintor Paul Gauguin amou a luz da Baía de Guanabara
O compositor Cole Porter adorou as luzes na noite dela
A Baía de Guanabara
O antropólogo Claude Lévi-Strauss detestou a Baía de Guanabara
Pareceu-lhe uma boca banguela
E eu, menos a conhecera, mais a amara?
Sou cego de tanto vê-la, de tanto tê-la estrela
O que é uma coisa bela?


Estrangeiro - Caetano Veloso



 Uma das coisas mais interessantes que fiz nessa estada no Rio de Janeiro foi o passeio marítimo na Baía de Guanabara, realizado através da Marinha do Brasil. Informações aqui 



Com cerca de duas horas de navegação num roteiro que percorre os pontos mais interessantes da Baía, nos acompanha uma guia que explica um pouco da história das construções ao redor e os acidentes geográficos.





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RIO EM IMAGENS E MÚSICAS


No Pão de Açúcar
de cada dia
dai-nos Senhor
a poesia 
de cada dia

Oswald de Andrade 


Sou apaixonada pelo Rio de Janeiro, sua beleza sempre me encantou desde que estive aqui a primeira vez, na adolescência. Sempre que posso, volto por aqui para contemplar a paisagem. Muitos poetas e letristas, também apaixonados pela cidade, escreveram poemas e músicas sua homenagem. E foram me ocorrendo, a medida em que caminhava pela ruas do Rio e fotografava.



No Corcovado, quem abre os braços sou eu
Copacabana essa semana, o mar sou eu
                                      Paralela - Bechior



O mundo em Copacabana
Tudo em Copacabana
O mundo explode longe, muito longe
O sol responde
O tempo esconde
O vento espalha
E as migalhas caem todas sobre
Copacabana
                Superbacana - Caetano Veloso



Estranho o teu Cristo, Rio
Que olha tão longe, além
Com os braços sempre abertos
Mas sem proteger ninguém
Eu vou forrar as paredes
Do meu quarto de miséria
Com manchetes de jornal
Pra ver que não é nada sério
Eu vou dar o meu desprezo
Pra você que me ensinou
Que a tristeza é uma maneira
Da gente se salvar depois

                     Um trem para as estrelas - Gilberto Gil








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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

ABC DO NOVO ANO


Faz tempo que não faço metas para o ano novo, com o tempo fui descobrindo que quase nunca as cumpria (rs,rs,rs). Encontrei entre os guardados uma lista de propósitos em ordem alfabética e decidi conclui-la e publica-la.

Andar, descobrir inusitados caminhos
Banhos... de mar, de cachoeira, do chuveiro...
Comer menos e saborear mais
Dançar, soltar o corpo no ritmo
Entender os limites e aceitar 
Fotografar, pra depois rebobinar a memoria
Gracias, grazie, thank,danker, merci agradecer sempre
Harmonia, buscar estar zen
Inventar um sonho novo para tempos difíceis
Jogar fora os excessos, buscar ser leve
Ler mais, faz a gente viajar no tempo
Maravilhar-se com as pequenas belezas do cotidiano
Nadar, sentir a doçura ou o sal das águas
Ouvir música gostosa
Participar da vida, sem querer ser protagonista
Querer aprender, sempre....
Rir, sempre que possível
Serenidade, mente calma e sempre aberta
Tempo para desfrutar pequenos prazeres
Um novo destino a descobrir sempre...
Vinho... torna a vida melhor
Xilique, só dar quando for inevitável
Zoom... às vezes é preciso estar mais perto





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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

MARAVILHE-SE



No verão de 1930, Albert Einstein escreveu uma espécie de manifesto pela alegria, sobre a capacidade de estar continuamente se maravilhando, de manter-se por aí, embevecido com a vida. Olha o que ele dizia:

" A emoção mais vela que podemos experimentar é o sentimento de mistério. É a emoção fundamental que está no berço de toda a verdadeira arte e ciência. Aquele que desconhece essa emoção, aquele que não consegue mais se maravilhar, ficar arrebatado pela admiração, é como se estivesse morto; é uma vela que foi apagada. Sentir que por trás de qualquer coisa que possa ser experimentada há algo que nossa mente não consegue captar, algo cuja beleza e solenidade nos atinge apenas indiretamente: essa é a religiosidade. Nesse sentido, e apenas nesse sentido, sou devotamente religioso."

Maravilhemos-nos pois....


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sábado, 25 de novembro de 2017

NOVO MUNDO

A ideia de divulgar pequenos textos e fotografias de viagem é despertar meus amigos a visitar quaisquer dos cantos desse vasto território chamado Mundo Novo.


A história aqui não está imobilizada nos livros mas viva, podendo ser observada em todas as suas épocas, como num caleidoscópio, se mostrando  diante do nosso olhar, em suas muitas faces.




Caminhando por aqui vamos encontrar metrópoles gigantescas como São Paulo, Lima, Buenos Aires ( cidade que tem mais teatros e livrarias que Paris). E, vamos encontrar, desafiando o tempo, lembranças das civilizações pre hispânicas, que maravilharam os conquistadores: misteriosas piramides, fortalezas, templos, caminhos de incas, astecas, maias, guaranis, e tantos povos que criaram arte, arquitetura que figuram entre as maiores expressões da criatividade humana.




Encontraremos também cidades coloniais, como pedaços de Espanha e Portugal chegassem aqui. Mesmo com todas as dores que o passado colonial trouxe, os anos de vida em comum estão em pé, como templos, praças, muralhas.





E aqui, nesse continente de esperanças sempre adiadas, todas as raças parecen ter chegado para misturar -se, impregnando os sabores, a música e os ritos. E a gente canta como o poeta Capinam: soy loco por ti América/ soy loco po ti de amores/ tenga como colores la espuma blanca de Latinoamerica t el cielo como bandera.”

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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

COMER E BEBER NO PERU

O prazer de comer é valorizado em terra peruanas. Uma mistura da culinária inca, a colonial, com influências orientais fez nascer delícias. O país tronou-se o centro da gastronomia sul americana. Passar fome não é uma opção aqui.

O prato mais famoso é o ceviche. Ele nasceu nas culturas pré incas que "cozinhavam" o peixe na polpa de tumbo (um tipo de maracujá). Depois os incas passaram a faze-lo na chincha (cerveja de milo) e o salgaram. Os japoneses trouxeram as vieiras e os camarões.



Existem vários tipos de ceviche, vale a pena experimentar e eleger os seu favorido. Os peixes mais utilizados são a corvina e o linguado. O líquido que é formado é chamado de "leche de tigre" e dizem que cura qualquer ressaca.

Outra delícia é o Arroz com "camarones", temperado com pimentas, páprica e coentro. O sabor me lembrou o do arroz de cuxá, do Maranhão, só que a erva utilizada lá é a vinagreira.

Para quem não gosta ou não pode usar frutos do mar. A opção é frango cozido em leite, parmesão e ajis (pimentas amarelas).

E quem não come carne aqui existem inúmeras iguarias feitas de batata. A batata foi encontrada aqui por Pizarro, um dos mais preciosos tesouros pela sua variedade e sabor. 


Segundo pesquisadores são mais de quatro mil tipos de batata,  com tonalidades que vão do amarelo claro até em tons quase negros. Como ela se preparam diversos pratos entre eles a Causa rellena, batata amassada, que pode ser ou não alternada com abacate, e recheada com frango desfiado, peixe ou camarões. 

A quinua pela suas propriedade e conhecida com "grão sagrado". Também tem muitas variedades e é utilizada  inúmeras preparações: sopas, risotos, pudins etc. 

O maiz (milho) também tem uma infinidade de variações. E pode ser um dos ingredientes do ceviche, ser usado em várias preparações salgadas ou doces. 

O milho escuro serve de base para uma deliciosa bebida não alcoólica a chicha morata. O sumo do milho é misturado a limão e outras especiarias tornando o sabor único.

Outra bebida particularmente peruana é o refrigerante inka coca. Nas fotos a versão em quechua e em espanhol.




Na categoria bebidas alcoólicas, temos a cerveja peruana Cusquenha, em várias versões. 


Mas a bebida nacional é o pisco, que é um aguardente destilado da uva moscatel, com elevada concentração de açúcar. O objetivo inicial da plantação de uvas era a produção de vinhos, entretanto, a produção de vinho não deu certo, decidiram criar um aguardente. A bebida é celebrada como um milagre do deserto e recebeu o nome da cidade onde nasceu - Pisco.

O drinque mais famoso é o pisco sour, que mistura a bebida com a limão, acúcar, clara de ovo, gotas de angostura. Aprenda a preparar aqui.

Lima tem alguns chefes bastante celebrados como a dupla Astrid & Gaston, cujo restaurante foi classificado entre os 50 melhores do mundo. Veja  indicações dos cinco melhores aqui. 

Há restaurantes para todos os bolsos, os bairros de Miraflores e Madalena, tem muitas opções, o Barranco é um dos mais boêmios, com diversos bares, alguns com nomes um pouco inusitados para nós baianos. 



Um restaurante ficou inesquecível para mim foi o Rosa Náutica, em Miraflores que visitei na primeira vez que estive aqui (acho que em 1987), ele fica literalmente sobre o Pacífico.



Fecho o post com uma sobremesa, tendo ao fundo o visual da cidade. 

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