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sábado, 19 de março de 2011

UM PUNHADO DE INTUIÇÃO E UMA PITADA DE CORAGEM


Caminhando pelas estantes das livrarias fico perpelexa com a quantidade de livros de culinária. Apresentadoras e atrizes de televisão, escritores, cantores de rock e até (rs,rs,rs) chef de cozinha, publicando livros de receitas. E chegam outras mais através dos sites ou bolgs de famosos nacionais e internacionais e anonimos, sem falar nos programas de televisão. Será que as pessoas não podem perder a deliciosa oportunidade de ir ao fogão e elaborar suas próprias invencionices ?
Fantasio que a troca de receitas deve existir desde que os humanos se grupavam a beira das fogueiras e saboreavam as caças. Alguém adicionou ervas, o sabor aguçou e os demais ficaram intrigados com a novidade. E o boca a boca deve ter funcionado e outros foram experimentando e modificando.

E depois, muito depois, começaram a “registar os acertos”, e os cadernos de receita passavam de mãe para filha como um segredo. Certas iguarias passam a ser especialidades da família, e se alguém faz bem determinado prato, no livro de receitas ele passa a ser registardo com o nome daquela pessoa.
Entretanto, acredito que experimentar faz bem ao paladar (às vezes,né?) e a alma. A culinária se transforma numa brincadeira deliciosa, e, pra quem tem mais talento, numa arte.


Fazer um doce de frutas, por exemplo, partindo dos dois ingredientes básicos: frutas e açúcar, podemos produzir os mais variados sabores experimentando alguns aditivos como cravo, canela, gengibre ou mesclando frutas.

A medida que arriscamos na cozinha as variações se tornam infinitas. Mas qual seria o primeiro passo em direção a este jogo de sabores? Arregaçar as mangas, colocar o avental e uma pitada de coragem. Muitos quitutes de sucesso surgiram de experimentações, de improvisos, do toque pessoal de alguém em uma receita tradicional.

Entretanto não dá para jogar fora as experiências da humanidade, queimar os livros de receitas. Vamos com calma. Quem não tem muita experiência com colheres de pau e panelas, acho que deve começar seguindo a risca o que diz o manual (ou melhor a receita) eles são a porta de entrada para o mundo alquimico da cozinha.

Na verdade, acho melhor aprender olhando alguém mais experiente. Observando, perguntando, experimentando. Minha grande mestra é D. Madalena, minha mãe, que é uma grande cozinheira. Mas quem me ensinou a ousar foi Tia Ivone, ela não tinha medo de arriscar e fazer receitas inusitadas como o bolo de manga, o sorvete de coco verde, delicias exóticas.

Meu método de cozinhar (rs,rs,rs) é assim: pequiso as diversas receitas na internet ou em livro e revistas e depois faço um mix, usando meu punhado de intuição, e mando ver. A maioria das vezes dá certo, digamos 60% das vezes E, quando não dá, tento outra vez.

Apesar da coragem, não sou uma boa cozinheira, me falta investimento, sou um tanto preguiçosa. Brinco que se escrevesse um livro (ou um blog) de receitas se chamaria “Culinária para preguiçosos”, com receitas abertas, mais idéias para estimular a criatividade. E vocês como é que são na cozinha? Tradicionais ou corajosas.

5 comentários:

Bel 19 de março de 2011 09:31  

Esse projeto é antigo... conte comigo no que precisar!

Mas adorei sua porcentagem de acertos! hahahaha

Bjooo

RAMON(ES) 20 de março de 2011 16:33  

O problema é conseguir agradar um paladar tão "exigente" e "apurado" como o seu.
ehehehehehe

Adriana Alencar 20 de março de 2011 19:57  

Eu não gosto de cozinha, o faço porque é estritamente necessário (as crianças precisam comer). Minha mãe ensinou-me apenas o molho vermelho, mas não por culpa dela, mas porque eu não ficava ao seu lado para aprender. Depois que casei, ligava toda hora para saber como se fazia isso ou aquilo...
No entanto, como aprecio o progresso e as novidades, sempre estou pesquisando receitas novas na internet e, as que saem gostosas, eu adiciono ao meu "caderninho", hehehhe.
Beijo
Adri

Bergilde Croce 22 de março de 2011 06:55  

Tucha,o que aprendí de cozinha foi mesmo olhando os truques das minhas avós e agora minha sogra(italianíssima que respira por todos os póros receitas) cozinhando.
Uma coisa é certa,na arte de cozinhar é necessário gostar e tentar de vez em quando arriscar,adaptar receitas tradicionais à praticidade da vida moderna.Um blog ou um livrinho assim não seria mal não.
Abraços pra ti,
Bergilde

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