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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

PRO DIA NASCER FELIZ

Como nasci numa cidade litorânea, o mar era parceiro de alegrias: castelos na areia, calvagadas nas ondas montada numa prancha, mergulhos, caminhadas pela areia. E ficamos tão apegados que costumo os versos de Gilberto Gil, "na terra que o mar não bate não bate meu coração."

Estou então num certo estado de graça, por estar morando mais perto dele e poder observá-lo da minha janela, ver o sol nascer dando novos tons ao céu e ao mar. Quando o sol atravessa as cortinas e invade o quarto, e a brisa do mar diz bom dia, o dia nasce feliz. Nos diz que tem um beijo do amado então é a suprema felicidade.
Depois de um café da manhã na varanda, entre as flores, que venham os engarrafamentos, as reuniões, o dia inteiro de trabalho, nada vai abalar o meu jeito zen e a felicidade.

Sei que compartilho com muita gente este amor pelo mar, tanto assim, que me encantei com um poema de Elisa Lucinda que a Prisila
do Mar Intimo postou, e o reproduzo aqui. Como se tivesse o tivesse escrito.


O mar é meu companheiro.
Desde a mais tenra infância
seu murmurar me aconselha e consola.
Elegante impecável cancioneiro
ainda que nada em seu momento me doa
o mar me acolhe.
Mesmo assim ainda assim e desse modo assim
me dá sustento limite dimensão
ostras pérolas peixes e palpites.

Quando ele toca sua música
que eu sempre pego já começada
eu só quero é a onda dele
seu suntuoso e simples princípio maleável
e mais nada!

(Elisa Lucinda in: A fúria da beleza)

4 comentários:

Georgia 2 de fevereiro de 2011 04:42  

Marta, eu nao cresci com o mar e nem perto dele. Precisava viajar umas 2 horas no final de semana para vê-lo. Talvez por ter tantas dificuldades para ver a beleza que ele me encanta é que eu continuo encantada com ele.

Imagino a tua felicidade na varanda vendo o mar...

Bjao

RAMON(ES) 2 de fevereiro de 2011 08:53  

Bom ver que você está feliz na casa nova. Beijos!

Dan 2 de fevereiro de 2011 09:40  

Oi Tucha,

Uma beleza, muiro belo. Queria eu morar perto do mar...


Abraços

Bergilde Croce 7 de fevereiro de 2011 05:48  

Só quando a gente se afasta das coisas caras que percebe seu valor.Sinto tanta falta de poder ver,ao menos ver esse mar maravilhoso!!!
Abraço grande,
Bergilde

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