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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

HISTÓRIA DAS CANÇÕES


Ouvindo uma canção ela desperta em nós inumeros sentimentos. Uma obra de arte é aberta, cada um decifra como quer. As vezes atribuimos um significado que o autor jamais pensou. Mas e os sentimentos que motivaram as canções e nos comovem, são verdadeiros ou falsos? Que histórias inspiraram as inspiraram. E a fonte de inspiração foram fatos e personagens verídicos ou pura invenção?

Esta curiosidade atiça os ouvintes. Musas se candidatam, pessoas atribuem significados, lendas são criadas, incentivadas ou não pelos autores. Será que vale a pena quebrar o mistério e conhecer a verdadeira história das canções?

Wagner Homem aposta que sim,e como já vinha fazendo no site oficial do Chico Buarque ele decidiu publicar um livro contando alguns episódios envolvendo as músicas do autor. Encontrei o livro numa das esquinas da minha livraria favorita e apostei em desvendar os mistérios. Terminei lendo quase todo neste final de semana derrubada por um resfriado.

Como fã do Chico, já conhecia algumas das curiosas histórias contadas, em leituras e depoimentos anteriores. Desta forma o livro não me trouxe grandes surpresas. Mas valeu pela cronologia, por deixar os episódios organizados no tempo e por fazer um pequeno resumo do contexto nacional.

A canção popular de alguma forma redesenha a cara de um país, refletindo incertezas, esperanças. A obra fonográfica de Chico reflete muito do momento histórico e cultural vivido no Brasil no final do século XX. Tempos turbulentos, tempos de celebração.

Músicas e letras também fazem parte da nossa trajetória pessoal. Quem nunca cantou "E tenho até remoçado, me pego cantando sem mais nem porque", em tom de vingança para um ex e sofrido amor. Ou num momento de paixão absoluta não cantarolou baixinho no ouvido do amado: "quero ficar no teu corpo como tatuagem.." . E constatamos que as canções são também um pouco nossas e nos surpreendemos : "como não fui eu quem fiz".

Verdades ou invençôes, feitas por encomenda ou vindas do fundo do coração, pouco importa ficam as canções. E podemos até radicalizar como o Ruy Guerra: "Chico Buarque não existe, é uma invenção, sabiam. Inventado porque necessário, vital. Sem ele o Brasil seria mais pobre, mais vazio, sem semana, sem tijolo, sem desenho, sem construção."

10 comentários:

Georgia 26 de janeiro de 2010 05:40  

Oi Tucha, está melhor do resfriado?

Nessa família todos sao fas do Chico, nossa!

Olha neste blog aqui:

http://cimitan.blogspot.com/

Ele estudou no mesmo colégio que o Chico e está sempre postando história dos tempos deles de meninos travessos, talvez lhe traga algo novo. No sidebar dele, tem o "pesquisar", escreve ali o nome Chico Buarque que ele vai te apresentar todas as postagens. Nao sei se vc já conhece esse blog.

Boa semana

Dama de Cinzas 26 de janeiro de 2010 06:36  

A canção nos traduz completamente!

E muitas e muitas vezes cantei "Olhos nos Olhos" para um relacionamento terminou... Cantei inclusive recentemente... rs

Beijocas

Bergilde Croce 26 de janeiro de 2010 08:30  

As músicas de
Chico Buarque são patrimônio da história da música popular brasileira e mesmo no Exterior é difícil que alguém não conheça nosso grande compositor.Abraços,Bergilde

Dan 26 de janeiro de 2010 17:51  

Oi Tucha,

Grande Chico ele é um patrimônio de todos nós.


Abraços

Gaspar de Jesus 26 de janeiro de 2010 19:23  

Obrigado TUCHA pela amável visita.
ALGUÉM DISSE ATRÁS QUE CHICO É PATRIMÓNIO DOS BRASILEIROS.
DOS PORTUGUESES TAMBÉM!
BJS
G.J.

RAMON(ES) 27 de janeiro de 2010 00:24  

Chico tá mais pra poesia e letra do que música, mas tudo bem.
ehehheehhe

Bel 27 de janeiro de 2010 13:28  

Ramon não tem jeito... mas isso é CIÚME!!! huahuahuahua

Quando estivermos juntas (aqui ou aí) vou querer ler emprestado, viu???
Afinal de contas nossa paixão é assumida e compartilhada!

Bjoo

Dalva 27 de janeiro de 2010 15:38  

Oi,Tucha!

Espero que estejas melhor do resfriado...

Nosso querido "olhos verdes" faz parte da nossa história, com suas letras tão bem elaboradas que, certamente, marcaram momentos especiais.

Gostava muito daquela época em que ele fazia músicas de protesto, como Julinho da Adelaide! Este livro deve ser muito bom.

Bjs.

Tânia Marques 28 de janeiro de 2010 03:07  

Gostei!!! Já sou tua seguidora. Beijos.
www.marquesiano.blogspot.com
www.degraucultural.blogspot.com
www.arteportodososlados.blogspot.com

Bergilde Croce 28 de janeiro de 2010 08:28  

Tucha,meus agradecimentos por sua visita e palavras pelo meu aniversário.Seus comentários enriquecem nossos registros.E nem preciso dizer que pra gripe,resfriado o melhor é o repouso,canja e vit.C.Abraços,Bergilde

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