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terça-feira, 17 de novembro de 2009

UM POUCO MAIS DE BOGOTÁ



Vivi um domingo típico de Bogotá. A carera 7, uma das principais avenidas do centro fechada aos carros dava lugar as pessoas que caminhavam, pedalavam aproveitando o sol que iluminava o dia.
Muito aproveitavam o movimento para ganhar algum dinheiro. Os vendedores de alimentos divulgavam aos gritos seus produtos. Artistas diversos (cantores, músicos, pintores, estatuas vivas) tentavam divertir os passantes.


Também divertido e movimentado um Mercado de Pulgas, feira de artiguidades, artesanatos e outras quiquilharias.

Os museos eram gratuitos e aproveitei para visitá-los. No Museo Nacional da Colombia tive uma verdadeira aula da história da Colombia, desde arqueologia dos povos incas e pré incas, passando pelo encontro entre o Velho Mundo e o Novo, com todos os lados trágicos que a conquista espanhola trouxe, seguindo-se a dominacao e a história de luta pela independência da Nova Granada contra o dominio espanhol com os hérois Bolivar e Sucre.

Além disso, uma exposição temporária mostrava Diego, Frida e outros revolucionários, a história da Revolução mexicana na pespectiva da contribuicao dos artistas, e depois os pintores colombianos que inspirados pelos mexicanos seguiram tentando fazer uma arte fiel ao país e mais ligada ao povo.
A visita seguinte foi ao Museo del oro, uma coleção fantástica, as técnicas de ourivesaria das civilizacoes pré hispanicas e os usos deste metal relacionado a cosmologia e as oferenda aos deuses. Numa sala especial redonda os visitantes experimentavam novas sensações com música e projeções no teto, paredes e piso podendo sentir novas formas de ver as jóias apresentada. Quem quiser pode dar um passeio virtual pelos museos, deixei o linck.


Outro item do programa foi ao Planetário. Interessante que o filme que vi iniciava fazando um paralelo entre a Conquista da América e as Conquistas no Espaço. E nos levava na imaginação até as bordas do Universo, além da nossa galaxica. Aproveitei como uma adolescente. Na foto, na porta do Planetário tendo ao fundo a Praça de Touros da cidade.


No final da tarde entrei na Catedral de Bogotá e mais do que admirar sua beleza, fiz uma oraçãoo de agradecimento pela viagem. Os museos me deixam sempre com esta sensação de pertencimento a humanidade, com sua história, nem sempre de solidariedade nem de confraternização entre os homens, entretanro onde muitos deixaram sua marca com a coragem e a arte, que permanece.

Num dos restaurantes do Centro Histórico experimentei o Tamal, uma comida típica daqui, feita com uma mistura de milho e galinha, cozida no vapor enrolada em palha de bananeira. parecida com o abará baiano

Encerrei o dia comprando um livro do Gabriel Garcia Marques no Centro cultural que tem o seu nome. Um espaço com café, livraria e exposições.


Na segunda, lunes para eles, era um festivo (feriado). Fui a cidade de Zipaquirá. conhecer a Catedral de Sal, conhecida como a primeira Maravilha da Colombia. Realmente é uma impressionante obra de arquitetura, construida numa mina de sal. Na visita, descemos por um longo corredor onde estao representados os passos da Paixao de Cristo, de forma abstrata, captando a essencia dos acontecimentos. As cúpulas e naves da Catedral são fantásticas e fazem da visita um acontecimento único.



Agora sigo para Cartagena... Hasta logo.

2 comentários:

Bergilde Croce 18 de novembro de 2009 10:55  

Oi Tucha,quanta cultura nessa sua viagem!E pensar que muita gente desconhece essa parte da Colombia.Estou adorando suas narrativas.Abraços e curte bem as "gitas"!

Georgia 19 de novembro de 2009 04:06  

Isso é que eu chamo de aproveitar bem uma viagem.

Bjao

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