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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

PRESENTE


Minha memória me surpreendeu nestes dias pós natalinos, trouxe lembranças dos natais da infância. Entre elas, a da descoberta do presente deixado no sapatinho por Papai Noel. Não exatamente  os brinquedos ganhos, mas da delícia que era a encontrá-los.

Possivelmente estas recordações vieram por duas razões: uma postagem no faceboock que dizia “meu filho não acredita em papai noel mas em papai do céu” e outra as críticas a lidas na mídia ao sempre igual desta época, “da submissão ao consumo que faz do Natal um orçamento”.

Certamente, com a ajuda do 13º salário, o consumo é incrementado em dezembro. E, sem dúvida, o grande incentivador seja mesmo ele, o gordinho da roupa vermelha. Mas será que isto é realmente o maior problema? Consumiríamos menos se este velhinho não existisse? Seriamos melhores cristãos se consumíssemos menos?

Talvez seja suspeita para falar, afinal meu pai foi comerciante por muito tempo e o movimento desta época garantia o nosso sustento. Sem dúvida o consumo dinamiza a economia e mantem os empregos de muita gente. Entretanto nos cabe sempre refletir sobre consumo responsável. Podemos fazer isto de muitas formas, avaliando os impactos do nosso consumo nas nossas próprias finanças, no meio ambiente, na sociedade. Afinal queremos nosso planeta mais justo e mais verde.

Feitas esta ponderações, acho que os nossos presentes têm que vir sempre repletos do nosso carinho pra que com quem vai recebê-lo. Observe que as crianças ficam felizes com um brinquedo que as divirta, independente do preço que ele tenha. E para os adultos, estar atento aos desejos do outro, ser original, sempre ajuda.  

Ao lermos a história da origem do Papai Noel vamos ver que o mito começou com o compartilhar.  Assim vale buscar nestes tempos ser, além de consciente, mais fraterno, ser generoso, também esta no espírito natalino. O que você acha?

PS - A foto é de Téo, filhos dos primos Juliana e Nelson.

1 comentários:

Bergilde 30 de dezembro de 2012 08:15  

Como mãe e tendo vivenciado esse rito natalício também sou a favor da continuidade do mito de papai noel na educação de meus filhos.Embora o mais velho tenha nesse Natal dado adeus a essa 'lenda' de modo espontâneo veio até mim falar sobre o assunto e juntos entramos em acordo de manter a idéia na irmã até quando ela por si mesma perceberá a diferença entre realidade e o mito.
Grande abraço Tucha e um 2013 repleto de bençãos para você!

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